31.12.08

Morre o amor


Morre o amor

Morre a flor da manhã
Não me beije... Pálido divã
A flor desabrochou
Imerso nos sete palmos de terra...
Terra da tua vontade...
Vontade que me arde me condena.
Morte, morte, morte
Sem sorte...
Inerte vontade de mudança
Lânguidas são as flores do teu jardim
Jardim morto
Desgosto é o que tu me presenteia
Me agarras em tua teia
Teia de horror
Quero amor!

Acácia Novaes

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