Voos na cordialidade brasileira

Hoje comecei o regime, aquele... que inicio toda semana.
Sentei em frente à Tv para ouvir as primeiras notícias do dia, antes de partir para faculdade, aquela... que pago para aprender a “fórmula mágica” de informar. Enfim, com um copo de suco, sem açúcar (à dieta) nas mãos, me sento ao sofá, imaginando estar degustando o croissant com suquinho de maçã de Seu Jorge, ou melhor, das burguesinhas. Nesse momento de liberdade imaginária, me deparo com a realidade, mais um escândalo vindo de Brasília, ou melhor, de São Paulo com destino à Paris, ou do Rio de Janeiro com escala em Nova Iorque, mas tem também de Salvador direto para a Europa. Hummm é a velha cordialidade brasileira (Contada por Sérgio Buarque de Holanda), dando as caras.
O próprio presidente da Câmera, Michel Temer, afirma que isso é coisa antiga, de 20, 30 anos atrás, e humildemente, afirma ter cedido passagens aéreas para familiares voarem junto com o dinheiro do contribuinte. Mas, o excelentíssimo senhor Michel Temer, argumenta que não existem leis muito claras em relação as milhas, aos gastos públicos, etc. Outros deputados e senadores pegaram “ponga” nesse discurso. E se pensarmos bem... Bem lá no fundo... No fundinho mesmo... C... De bêbado não tem dono!
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